Sou um processo que obrigatoriamente procura o seu término. E saber-me assim é querer-me melhor neste caminho para o fim .
11 dezembro 2017
Outros Mares
.Outros mares
.
.
.
.
Já navegamos esses mares
E eu não tenho mais norte
Perdi tudo que era certeza
Resta me a vontade das marés
Sei que irei pela tormenta fora
Conhecer a salinidade alheia
.
.
.
.Borealis in Aurora
01 novembro 2017
Mergulhar
Mergulhar
.
.
.
.
Há este ruido superficial
onde reina a confusão dos dias
parece valer tudo que não vale
até o grito do amor impróprio
.
Porque aquem e além pauta
cresce a arritmia dos aflitos
há corpos por conquistar
e as palavras já escasseiam
.
.
.
.Borealis in Aurora
Errar
Errar
.
.
Sinto que aprimorei o defeito
e já consigo lembrar-me de ti
porque fiz minha toda a culpa
finalmente és amor perfeito
Tudo que não chegou a ser
a mim deve a triste autoria
.
.
.
.Borealis in Aurora
Vamos
.Vamos
.
.
.
Antes que se faça tarde
enveredemos pela sinuosidade
a que nos levam os sentimentos
mas desta feita sem arrependimento
Já me chega de nunca mais
.
.
.
.Borealis in Aurora
28 outubro 2017
Tudo que não tenho
Tudo que não tenho
.
.
.
.
Dar-me-ias
uma mão cheia de nada
e outra de nem tanto
para somar ao que não tenho
.
.
.
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.Borealis in Aurora
Sei te de cor
.Sei te de cor
.
.
.
Sei os teus lábios de cor
onde começam e acabam em mim
porque só tu es caminho
.
Sei a quantas não ando
no irromper da tua tremura
e deixar-me ir , é mais longe
.
Sei como é respirar por ti
tragar o ar que te rodeia
procurando o amor rarefeito
.
Sei da primeira á ultima onda
o que é navegar no teu cabelo
.
.
.
.
.
.Borealis in Aurora
.
.
.
Sei os teus lábios de cor
onde começam e acabam em mim
porque só tu es caminho
.
Sei a quantas não ando
no irromper da tua tremura
e deixar-me ir , é mais longe
.
Sei como é respirar por ti
tragar o ar que te rodeia
procurando o amor rarefeito
.
Sei da primeira á ultima onda
o que é navegar no teu cabelo
.
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.Borealis in Aurora
Vem daí
.Vem daí
.
.
.
.
Hoje podiamos ser outrem
acabar com o sine die
e sem mais nem menos desculpa
tornarmo-nos tangentes
.
Isto de a vida comandar
leva-nos á escravidão da morte
.
.
.
.Borealis in Aurora
14 outubro 2017
Perdoa
Perdoa
.
.
.
Perdoa se me deixei vergar
mas já me falta a convicção
de acreditar no pérfido amanhã
.
Perdoa se te vês só
mas antes isso que mal acompanhar-te
.
.
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.Borealis in Aurora
.
.
.
Perdoa se me deixei vergar
mas já me falta a convicção
de acreditar no pérfido amanhã
.
Perdoa se te vês só
mas antes isso que mal acompanhar-te
.
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.
.Borealis in Aurora
Adormece
Adormece
.´
.
.
.
Amanhã voltarás a ser semente
e logo pela madrugada germinarás
como se fosses uma flor
ansiando o primeiro raio de luz
.
Mostrarás a cor da tua graça
tons de inocência e rebeldia
complexidade de menina a crescer
que julga conhecer o mundo
.
Crescer será o mote diurno
até que se quebre a luz no horizonte
e de lá vem mansinha a promessa
de ires adormecer num sonho de pétalas
.
.
.
.Borealis in Aurora
.
.
.
.
Voar
.Voar
.
.
.
.
Meu doce golpe de asa
ainda agora eramos rasantes
na miragem de um sonho
do qual não queriamos acordar
.
Agora que dizes ter asas
será que podemos ir além
fugir deste aqui e agora
que nos obriga ao gentío
.
Leva-me para lá de mim
.
.
.
.Borealis in Aurora
.
.
.
.
Meu doce golpe de asa
ainda agora eramos rasantes
na miragem de um sonho
do qual não queriamos acordar
.
Agora que dizes ter asas
será que podemos ir além
fugir deste aqui e agora
que nos obriga ao gentío
.
Leva-me para lá de mim
.
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.
.Borealis in Aurora
01 outubro 2017
Norte
´.Norte
.
.
.
.
Perdemos pé
na imundice mundana
em que atolamos
convenientemente
.
Não houve tempo
para erguer a revolta
e fomos vergados
na impertinencia
.
Ficamos sem norte
sem vontade de ir
,
,
,
,
.Borealis in Aurora
.
.
.
.
Perdemos pé
na imundice mundana
em que atolamos
convenientemente
.
Não houve tempo
para erguer a revolta
e fomos vergados
na impertinencia
.
Ficamos sem norte
sem vontade de ir
,
,
,
,
.Borealis in Aurora
A Sede
. A Sede
.
.
.
.
Já bebemos dessa água
quando era nossa toda a sede
e os rios iam dar ao mar
.
Já bebemos dessa água
sempre que nos fizemos ponte
e por lá era tudo sem fim
.
Já bebemos dessa água
onde mergulhamos a incerteza
procurando um amanhã eterno
.
Já bebemos dessa água
meu principio do fim
.
.
.
.Borealis in Aurora
.
.
.
.
Já bebemos dessa água
quando era nossa toda a sede
e os rios iam dar ao mar
.
Já bebemos dessa água
sempre que nos fizemos ponte
e por lá era tudo sem fim
.
Já bebemos dessa água
onde mergulhamos a incerteza
procurando um amanhã eterno
.
Já bebemos dessa água
meu principio do fim
.
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.
.Borealis in Aurora
22 abril 2017
Amortematica
.Amortematica
.
.
.
.
Há este desassossego
De os dois querermos ser um
Matemática impossível
Dirá quem nunca deixou de se amar
.
Pois isto de sermos outrem tira nos pé
.
.
.
.Borealis in Aurora
.
.
.
.
Há este desassossego
De os dois querermos ser um
Matemática impossível
Dirá quem nunca deixou de se amar
.
Pois isto de sermos outrem tira nos pé
.
.
.
.Borealis in Aurora
E agora
.E agora
.
.
.
.
Depois de tanto não querer
Eis que chegamos ao ponto final
Onde todas as promessas perdem sentido
E o até sempre encontra o seu fim
.
Esgotamos as desculpas esfarrapadas
Somente o silêncio parece fazer sentido
Acaba a seleção de palavras a dizer
Assim como o movimento dos corpos
.
E agora somos somente arrependimento
Resta o cúmulo do verbo querer
Não me quero a querer te
.
.
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.Borealis in Aurora
.
.
.
.
Depois de tanto não querer
Eis que chegamos ao ponto final
Onde todas as promessas perdem sentido
E o até sempre encontra o seu fim
.
Esgotamos as desculpas esfarrapadas
Somente o silêncio parece fazer sentido
Acaba a seleção de palavras a dizer
Assim como o movimento dos corpos
.
E agora somos somente arrependimento
Resta o cúmulo do verbo querer
Não me quero a querer te
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.Borealis in Aurora
14 abril 2017
Fim
.Fim
.
.
.
Preciso dizer-te que sou carência
a conjugação infinita do sou nada
cumulo de aquém e além vazio
.
Preciso gastar a minha voz
dizendo que és a massa critica
de todos os meus sonhos
.
Preciso cansar o meu caminho
indo para todos princípios
pois eu sempre fui fim
.
.
.
.Borealis in Aurora
.
.
.
Preciso dizer-te que sou carência
a conjugação infinita do sou nada
cumulo de aquém e além vazio
.
Preciso gastar a minha voz
dizendo que és a massa critica
de todos os meus sonhos
.
Preciso cansar o meu caminho
indo para todos princípios
pois eu sempre fui fim
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.Borealis in Aurora
Nada
.Nada
.
.
.
E do nada
vieram os teus cabelos ondulantes
a maresia dos labios
tempero do desejo
,
E do nada
veio o azul dos sonhos
um dia haviamos de ser unos
rasgando o ceu infinito
.
E do nada
a luz pulsante dos teus olhos
que encontra em mim
tudo que não tenho
,
E do nada
acontece o impossivel
somos felizes
a prazo
.
.
.Borealis in Aurora
.
.
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E do nada
vieram os teus cabelos ondulantes
a maresia dos labios
tempero do desejo
,
E do nada
veio o azul dos sonhos
um dia haviamos de ser unos
rasgando o ceu infinito
.
E do nada
a luz pulsante dos teus olhos
que encontra em mim
tudo que não tenho
,
E do nada
acontece o impossivel
somos felizes
a prazo
.
.
.Borealis in Aurora
Partir
.Partir
.
.
.
.
Urge dizer-te fica
agora que tudo partiu
lamento o interregno
mas acordou-me a dor
Veio lembrar-me o doce
que outrora foi este amargo
o sorriso de todo tamanho
que era ver-me em ti
Preciso arrepender-me
percorrer o teu labirinto
na esperança do encontro
o teu nome grita em mim
Colecciono a tua sombra
que julgo ver em tudo que parte
.
.
.
.Borealis in Aurora
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.
.
Urge dizer-te fica
agora que tudo partiu
lamento o interregno
mas acordou-me a dor
Veio lembrar-me o doce
que outrora foi este amargo
o sorriso de todo tamanho
que era ver-me em ti
Preciso arrepender-me
percorrer o teu labirinto
na esperança do encontro
o teu nome grita em mim
Colecciono a tua sombra
que julgo ver em tudo que parte
.
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.
.Borealis in Aurora
Embala-me
.Embala-me
.
.
.
Hoje podiamos crescer até sermos adultos
para irmos pavonear tudo que julgamos ser
dar ares da nossa pouca graça sempre sisuda
armados em senhores de todos momentos
.
Podiamos andar em bicos de pés pela rua
como se ganhassemos um pouco mais de horizonte
nesta nossa visao de mais ser sempre melhor
até uma nesga de horizonte inalcançavel
.
Podiamos tirar a vida própria a todos ponteiros
mergulhar no lamaçal da virtude do quase
beber na fonte dos sedentos pela felicidade
para finalmente sonharmos que há em nós inocência
.
Embala-me nos teus cabelos doce ilusão
.
.
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.Borealis in Aurora
.
.
.
Hoje podiamos crescer até sermos adultos
para irmos pavonear tudo que julgamos ser
dar ares da nossa pouca graça sempre sisuda
armados em senhores de todos momentos
.
Podiamos andar em bicos de pés pela rua
como se ganhassemos um pouco mais de horizonte
nesta nossa visao de mais ser sempre melhor
até uma nesga de horizonte inalcançavel
.
Podiamos tirar a vida própria a todos ponteiros
mergulhar no lamaçal da virtude do quase
beber na fonte dos sedentos pela felicidade
para finalmente sonharmos que há em nós inocência
.
Embala-me nos teus cabelos doce ilusão
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.Borealis in Aurora
13 abril 2017
Ad aeternum
.Ad aeternum
.
.
.
Continua o lago
o banco corrido pintado de verde
as flores carregadas de pigmento
que continuam a fazer caminho
.
Continua o sol tardio
aquele cheiro a primavera fragrante
a brisa domada e mansinha
o rebuliço dos primeiros voos
.
Continua o gentio
a criançada perdida de alegria
atrás de uma qualquer bola
que acabará certamente perdida
.
Continua a lembrança
de por lá ter estado noutra vida
quando pegava nas tuas mãos
porque não te podia perder
.
Continua o não estarmos lá
.
.
.
.Borealis in Aurora
.
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.
Continua o lago
o banco corrido pintado de verde
as flores carregadas de pigmento
que continuam a fazer caminho
.
Continua o sol tardio
aquele cheiro a primavera fragrante
a brisa domada e mansinha
o rebuliço dos primeiros voos
.
Continua o gentio
a criançada perdida de alegria
atrás de uma qualquer bola
que acabará certamente perdida
.
Continua a lembrança
de por lá ter estado noutra vida
quando pegava nas tuas mãos
porque não te podia perder
.
Continua o não estarmos lá
.
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.Borealis in Aurora
Meu amanhã de laranja lima
.Meu amanhã de laranja lima
.
.
.
Tudo que te digo é pela calada da noite
quando o silêncio reina em plena escuridão
procurando em mim o eco que nao existe
farto de saber que não passo de solidão
.
Encolho-me na minha pequenez de homem
e procuro uma réstia de coragem para o dia seguinte
obrigo-me a percorrer a infinidade do sonho
amanhã serei tudo menos gente
.
.
.
.
.Borealis in Aurora
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.
Tudo que te digo é pela calada da noite
quando o silêncio reina em plena escuridão
procurando em mim o eco que nao existe
farto de saber que não passo de solidão
.
Encolho-me na minha pequenez de homem
e procuro uma réstia de coragem para o dia seguinte
obrigo-me a percorrer a infinidade do sonho
amanhã serei tudo menos gente
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.Borealis in Aurora
07 janeiro 2017
Calçada
.Calçada
.
.
.
.
Hoje serei a pedra mais pedra
para me entregar á calçada
e ser caminho para alguem
.
Virá o diluvio e a enxurrada
o sol e tambem sombra desmembrada
paixão em intervalos de criançada
.
Passo longos e outros que nem tanto
conversas ditas e outras por dizer
verdades e meias coisas douradas
.
Hoje serei a pedra mais pedra
no calcanhar da tua memória
quando dizias para sempre
.
.
.
.Borealis in Aurora
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Hoje serei a pedra mais pedra
para me entregar á calçada
e ser caminho para alguem
.
Virá o diluvio e a enxurrada
o sol e tambem sombra desmembrada
paixão em intervalos de criançada
.
Passo longos e outros que nem tanto
conversas ditas e outras por dizer
verdades e meias coisas douradas
.
Hoje serei a pedra mais pedra
no calcanhar da tua memória
quando dizias para sempre
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.Borealis in Aurora
Ensina-me
Ensina-me
.
.
.
Diz-me com se vai de aqui até amar
sem passar por dor até dó
dou-me por vencido neste sem fim
que é dar até não mais ter
E é a esse cumulo sentimental
que entregamos o nada que somos
.
.
.
.
.Borealis in Aurora
Eis
Eis
.
.
.
Eis que chegamos até aqui
onde nos damos a conhecer pelos olhos
para que as palavras façam sentido
precisam de ser escritas
.
E eu preciso dizer-te
que há uma pressa imensa em mim
mas faltas-me tu , meu caminho
.
.
.
.Borealis in Aurora
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